sábado, 8 de maio de 2010

Sexo Anal No Contexto Da Sexualidade - 5 Melhores Posições

Os Registros Apontam Que HÁ Cinco mil anos Uma Prática de sexo anal Fazia parte dos cultos Religiosos dos Assírios e de Outros povos.No decorrer da história sexo anal Foi Sendo considerado crime UM AO Comportamento sexual relacionado com AO e hum Pecado Ascensão do Cristianismo e de Seu Código moral. Um episódio Importante É citado por historiadores No século XVII, na França; Onde Pará Pará Pará Para muitos praticantes Foram Condenados Uma Guilhotina ª morte.

Não Por Apenas Esses Eventos, Mas Durante história Toda Uma Prática Diversos mitos do sexo anal e recebeu de de preconceitos. Atualmente Comum É ver em filmes, principalmente os pornôs, total Obtenção de Prazer. Não Acredite! A experiência de qualquer Prática particular e sexual e Para o sexo anal Não Poderia Ser Diferente: ALGUNS podem SENTIR Prazer e Outros Não existindo muitas Pessoas Que se submetem Por modismo e Até Mesmo sustentar Parágrafo Uma Relação.
Conseguir orgasmos sem coito anal Depende da forma e Como o casal se estimula Durante o ato. Existem ALGUMAS Melhores Posições Para a Prática, mas e Uma Questão Pessoal, como nas sexuais Outras Práticas.
OS Entre fatores contribuem para quê se obter o Prazer nd Prática do sexo anal, Além da intimidade, do carinho e precedem Estímulos Que Uma Relação, esta, sem dúvida Uma POSIÇÃO escolhida.

















terça-feira, 4 de maio de 2010

Sexo Anal No Contexto Da Sexualidade - 4 Higiêne Retal

Dizer que ¨sexo anal é sujo¨ é mais outro preconceito descartável:
o ânus,
o pênis,
e a vagina são todos eles órgãos excretores (de fezes e de urina),
além de serem fonte de prazer sexual é claro.
O reto é o local onde o organismo armazena as fezes antes de lança-las no meio-ambiente externo. Por causa disso, o reto tem a reputação de ser um lugar sujo e até repulsivo pra muita gente. Essas pessoas ficariam perplexas se descobrissem que há muito mais bactérias, fungos e outros micro-organismos na boca do que no reto!!!


Pra que o sexo anal seja limpo, o ânus deve ser higienizado além de externamente (o que é comum), internamente com uma lavagem retal, a ¨chuca¨ dos gays, ou mesmo com uma mais elaborada lavagem intestinal à moda essênia, terapia preventiva de muitas doenças que evoluiu pra moderna hidrocolonterapia.
Não podemos nos esquecer de tomar cuidado para não usar água contaminada ou quente demais, nem exagerarmos na frequência dessas lavagens para não pro vocarmos o desequilíbrio da flora bacteriana existente no reto,e que, apesar da higiêne, não dispensar o uso da camisinha.
A forma mais fácil e rápida de se fazer isso é utilizando a mangueirinha do chuveiro. Que pode ser usada em casa, antecedendo a relação ou até alguns minutos antes. Lembre-se de após a utilização da mangueirinha esteriliza-la para que não se transforme num criatório de bactérias.Basta retirar o chuveirinho da ponta, mantendo a mangueira na entrada do ânus e deixando a água, de preferência morna, esguichar para dentro por alguns segundos. Segure a água (como se estivesse segurando para evacuar) e solte, de preferência em um vaso sanitário. Repita a operação até que desapareçam todos os  resíduos.Em média 3 vezes são o suficiente.
Cuidado: a água deve estar morna, suportável pela pele do braço, para evitar queimaduras nas mucosas do ânus e do reto.
Você pode evoluir para a aquisição de uma Ducha íntima, utilizando-a para sua higiene anal.Lembrando que ela deverá  receber assepcia após cada uso.
Tanto na opção da mangueira do chuveirinho quanto da ducha íntima é aconselhável fazer a descarga da água mantida no reto, no vaso sanitário, isso por dois grandes motivos:
1- No caso de restos de fezes, não haverácontaminação do piso do banheiro e nem da banheira.
2-O jato de água deverá sair preferencialmente sem contaminar a vagina.
Veja a sequência das fotos:

                                                   1- Evite água muito quente
      2- Basta introduzir a ponta da manqueirinha, vc vai sentir que seu reto enche-se de água.
      3- Evite expelir essa água no piso do banheiro ou banheiras, pois poderá vir acompanhada de restos de fezes e isso   provocará contaminação
      4-Evite que o jato expelido pela lavagem retal entre em contato com a
vagina.
       5-Utilizando-se de vaso sanitário você vai obter um jato único e reto,distantante da vagina.                                      
                                                    6-Os restos de feses que por ventura existirem serão expe
lidos diretamente no vaso e depois bastará a descarga.
O sexo anal é um tabu em nossa sociedade, principalmente, no universo feminino. Embora esta relação sexual, interpretada pelo senso comum, como ligada a pornografia e a prostituição; não há informações suficientes para afirmar quando e como a prática se tornou uma opção entre os casais heterossexuais.

O coito anal independe da preferência sexual, é uma forma de prazer na relação. Sua prática entre pessoas heterossexuais destrói o mito de sua relação com a homossexualidade. É importante discernir entre práticas sexuais e preferências sexuais para compreender melhor a questão.


Pela história, é possível encontrar informações que relacionam a prática do sexo anal com seguintes aspectos:

Demonstração de domínio sobre o outro – pessoas de posições sociais inferiores eram sodomizadas;
Obtenção de prazer – mais comum em homens homossexuais;
Método para não engravidar – técnica utilizada principalmente por prostitutas na antiguidade;
Manutenção da virgindade – utilizada por diversos povos.

Outras opções como o emprego da ducha íntima  e de seringas para a lavagem retal não são tão práticas e eficiente como a mangueirinha, mas depende da adptação de cada pessoa.

E na atualidade? É possível afirmar que estamos tendo mais sexo anal nas relações? Ou estamos tendo maior abertura para se falar sobre? Não existem estudos suficientes que possam dar essas respostas, todavia é possível apontar algumas informações:

Crescente prática nos filmes pornôs a partir da década de 90, antes disso, somente era características de filmes hardcore;



Atualmente, durante o ato sexual os parceiros tendem a experimentar novas formas de estímulos;
Não se fala antigamente sobre a prática, pois sexo anal estava relacionado a pessoas de preferências sexuais� homossexuais;
Com avanço em pesquisas, tem se questionado mais sobre as práticas sexuais;
Tornou-se mais aceitável na medida em que a informação ficou mais difundida e esclarecida;
Continua sendo imoral e inaceitável por algumas religiões, mas criaram-se ou extinguiram-se legislações em que se possa praticar sem ser preso ou punido;
Tanto as pesquisas realizadas por Kinsey na década de 40 e pela Durex em 2006 apontaram que pelo menos uma vez praticaram� sexo anal 9% dos homens e 28% das mulheres não-casados e 10% casados; e para 14% de ambos os sexos respectivamente. Para a Durex, 11% dos entrevistados mundialmente gostariam que o� sexo anal fizesse parte das suas práticas sexuais.
Após a lavagem retal é aconselhado que você use algum tipo de óleo ou hidratante na região anal, evitando o ressecamento do anel anal.
E mumca esquecendo a velha recomendação: evite qualquer lubrificante ou creme que contenha anestésicos ou que diminuam a sensibilidade na região anal,pois  essa dor e essa sensibilidade são as que determinam seus limites.
Se qualquer tipo de dor persistir por 48 horas após uma relação anal, procure seu médico.Não tenha medo e nem vergonha: " Dr. Depois deuma relação anal fiquei com dores".
E se durante o ato sentir dores, peça para seu companheiro que pare imediatamente.
E se você estiver no papel ativo,  caso sua (seu) parceira  (parceiro) pedir para parar, pare imediatamente.







sábado, 1 de maio de 2010

Sexo Anal No Contexto Da Sexualidade - 3 O Que As Mulheres Pensam?

Sempre lembrando que diálogo aberto, confiança e intimidade são presupostos mínimos para quem deseje inserir esta prática na vida a dois.

Homem maduro fazendo sexo anal com
jóvem, na antiga Roma.


A primeira vista tantas mulheres acham uma coisa muito desagradável e imoral, ao ponto que a gente até estranha quando algumas vozes se levantam para defendê-la. Mas pesquisas recentes entre universitárias mostram que elas têm bons argumentos a favor da prática. E que precisam pelo menos serem ouvidas.


A maioria admitiu que o grande barato do sexo anal é a sensação de estar fazendo uma coisa que tanta gente (mulheres, principalmente) acha errada, feia, suja.” No fundo, a gente curte demais a idéia de ser um tanto depravada e provocar no homem prazeres que os deixam de joelhos em nossos pés”.

Cerâmicas na Grécia e em
Outras culturas mostram
o sexo anal como prática
corriqueira.


Aos 17 anos (hoje tem 27), Kátia já não era mulher de fazer ou deixar de fazer alguma coisa por medo do que os outros iriam pensar: “Eu não estava nem aí para hímen e fiz questão de perder a virgindade ‘normal’. Mas na mesma semana estreamos o ‘outro lado’. Apesar da nossa inexperiência, com ele foi melhor do que com todos os parceiros que tive depois. Porque, como nós dois éramos virgens, não usávamos camisinha; então, dava para sentir o calor do esperma jorrando. Fico toda, todinha arrepiada só de lembrar...”

A estimulação anal provoca sensações
agradáveis e de prazer. Sejacom o de
do,com a língua ou acessórios.

Simplesmente aconteceu e foi fantástico. Não senti um pingo de dor e os orgasmos que tive mais tarde, com penetração vaginal, nunca chegaram perto daquele. Pra mim, relação completa é com sexo anal. Só tem um porém: preciso estar apaixonada. Senão, nem pensar. É íntimo demais para fazer por simples empolgação e tesão.”
Olha, não sou nenhuma deusa, mas tenho um traseiro que deixa os homens loucos. Seria uma anta se não tirasse partido disso. Desde adolescente, percebi que essa era a vantagem que eu levava sobre a concorrência. Quando ia à praia, com o biquíni bem enfiado atrás, os caras não me davam sossego um minuto. Adoro ser desejada. Por isso, aprendi a fazer na cama o que as outras têm vergonha ou medo de fazer. Aprendi mesmo: li tudo a respeito, pratiquei sozinha, usando primeiro os dedos, depois pênis artificiais cada vez maiores. Tenho uma amiga que fica horrorizada quando conto minhas noitadas, mas bem que gosta de ouvir, a hipócrita. Sei que ela acha que é coisa de vagabunda, mas também sei que daria a vida para ter coragem de fazer igual.”

Para Ana Flávia, sexo anal é tão especial que não faz sempre. Sua posição preferida é a que ela e o marido chamam de “coqueirinho”: ele deitado e ela por cima. “Também acho excitante sentar no colo dele de costas. Dos dois jeitos a penetração é bem profunda. Curto muito deitar de bruços com um ou dois travesseiros ajudando a levantar o bumbum: fico com as mãos livres para usar um vibrador no clitóris. Outra deliciosa, mas que tem um nome horroroso, é a posição ‘frango assado’ (ou ‘missionário pervertido’, bem mais criativa e sacaninha): um de frente para o outro, com as minhas pernas apoiadas nos ombros dele. Para quem está iniciando, acho ideal porque a penetração não é tão profunda. Só tem um problema: se o homem não for pelo menos razoavelmente bem-dotado, a coisa complica, não funciona. Agora, se estou a fim de muito carinho, nada como a ‘colherzinha’, os dois deitados de lado, bem agarradinhos, porque ele pode ao mesmo tempo me masturbar e acariciar os seios.”

É, mas muita mulher por aí tem engulhos só de pensar no anal por causa do lado sujo da coisa — e não estou me referindo ao aspecto moral. Nenhuma das entrevistadas considerou tal argumento minimamente inteligente. “Isso é a maior besteira”, “Pra começo de conversa, se você sabe que vai fazer, toma suas precauções. Se não tomar, é sinal de que se trata de uma criatura suja em qualquer outra coisa e ponto final. Manter a entrada do reto limpa é mais do que suficiente, até porque tem homem que acha incômodo encontrar algum obstáculo pelo meio do caminho — dizem eles que arranha o pênis. E por isso deve-se sempre fazer uma lavagem retal como preparação. A maioria das praticantes do sexo anal, por exemplo, sempre colocam antes um supositório de glicerina. O segredo: não é só por limpeza, não. Acontece que deixa o chamado canal do prazer muito mais sensível. Faz você subir pelas paredes. Quem ainda não experimentou não sabe o que está perdendo.” Agora lembre-se: não utilize nenhuma pomada ou supositório que contenha anestésicos, a dor e a sensibilidade são defesas importantes para estabelecer limites.

Claudia, 36 anos, secretária, "Eu gosto de sexo anal. Sempre gostei, desde a primeira vez, com um namorado, quando eu tinha 17 anos. A gente combinava muito, nos sentíamos muito à vontade, foi muito legal. Pedi para ele ficar parado e eu que fui me encostando nele, devagar, no meu ritmo. Acho que assim é o melhor jeito, dá a sensação de você estar no comando e a gente controla a coisa, não se sente forçada nem nada. Eu adorei, gozei muito. É diferente, não sei bem como explicar, mas é um prazer diferente. O Pênis estimula o reto por si só mas também o útero. E o orgasmo enche a vagina. Eu adoro, só não faço se o homem tem um pau muito grande, porque aí não tem relaxamente que dê jeito. Uma dica que dou para quem que praticar é estar com muito, muito tesão. Pedir para o parceiro acariciar a gente muito, isso relaxa e vai aumentando a vontade. Se ele ficar brincando no ‘buraquinho' antes fica mais gostoso ainda."


Júlia, 42 anos, empresária."A primeira vez que tentei, quase morri de dor. Não sei se o cara era muito afoito ou se eu não estava bem preparada. Sei que odiei, doeu muito. Fiquei muito tempo sem querer nem tentar de novo, até que um outro namorado me convenceu a experimentar. Ele foi carinhoso, calmo, estava realmente interessado em que eu me sentisse bem e daí foi muito legal. Eu tinha uns 24 anos e virei fã da coisa. Já ensinei até umas amigas, que tinham um pouco de medo. Para quem vai começar, meu conselho é que só faça se estiver se sentindo bem. O primeiro passo do tesão é querer."

Luciana, 26 anos, Chefe RH.Não sou muito fã do sexo anal, fiz apenas porque meu parceiro insistiu muito. Foram duas vezes, mas é um processo lento. Tem que tentar algumas vezes antes, para dar certo de fato. Dói e é bem desagradável no início. Só deu certo uma vez e até que não foi tão ruim como eu pensava que fosse. Mas a sensação depois do sexo é ruim. Em resumo, não acho que seja algo essencial para um casal ser feliz na vida sexual.

Mariana 31 anos, Analista Financeira.A primeira vez foi muito esquisita, mas, com o tempo, com o jeito e as formas que fomos fazendo foi ficando cada vez mais gostoso. Para estimular, é preciso estar com bastante tesão. Não basta apenas a penetração, e sim estimular os dois lados – tanto na frente, quanto atrás. No início, tem que começar devagar e depois, com a estimulação, aumentar a velocidade. No final, pode ter certeza que o prazer é até maior do que a penetração vaginal.

Bernardete, 26 anos, administradora de empresa.Meu namorado sempre me pediu pra fazer sexo anal com ele, mas eu sempre tive muito medo de sentir dor. Até que resolvi comprar uma pomada relaxante e consegui fazer. Foi tudo bem devagar. Hoje eu gosto tanto que sou eu quem peço. Na verdade, até prefiro o sexo anal e indico para todas as minhas amigas.

Eunice, 24 anos, professora.Resolvi fazer sexo anal pra agradar meu namorado na época. No começo, ele colocava a mão e eu ficava receosa, mas com o tempo fui me acostumando com a idéia. Até que um dia eu deixei, só para agradá-lo. No começo foi muito ruim, ardeu

bastante, mas ele foi bem carinhoso. Hoje eu adoro sexo anal. Nunca cheguei a gozar assim, mas amava ficar de quatro pra ele. Uma dica para quem está pensando em fazer pela primeira vez: tem que ir devagar até entrar tudo!

1-O homem não deve forçar a penetração de jeito nenhum e nem deve fazer movimentos vigorosos a não ser que ela peça.

2- Vocês devem usar muito gel lubrificante à base de água. Evitando anestésicos locais.

3- O casal deve usar camisinha sempre.E preferencialmente fazer uma lavagem retal.

4-Jamais passe da penetração anal para a penetração vaginal ou sexo oral sem trocar a camisinha pois poderá contaminar a vagina/boca com bactérias

5-Seu parceiro deve respeitar o seu "pare". Se você não estiver gostando, ele deve parar imediatamente. Não force pois pode ser traumático.

6- Se você não gostar e não quiser fazer sexo anal novamente, que fique combinado: sem pressões ou coação. "Não" quer dizer "não". E deve-se conversar muito sobre o que fazer e o que não fazer.

7-O sexo anal deve ser assumido como uma conquista e entrega e não como uma imposição ou obrigação conjugal.

8-Lembre-se: Quem ama cuida e conserva.

9-Sempre leva algum tempo para que haja uma adaptação do casal

10-Respeite os limites do outro.
 
O importante a saber é que essa prática sexual também faz parte das fantasias de uma mulher.
Como abordar?  E se ela dizer não?

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Sexo Anal No Contexto Da Sexualidade - 2

Sexo Anal também podendo ser referido como sodomia, embora esta palavra possa ser utilizada para outros actos sexuais não reprodutivos, é uma prática sexual que se caracteriza pela introdução do pênis no interior do ânus do parceiro sexual, seja ele mulher ou homem. Entre humanos, tal prática é tida como uma forma de se obter prazer durante a relação sexual para satisfação de um ou ambos os participantes. Até a algum tempo, Segundo especialistas, não provocaria nenhum dano ao ânus ou ao reto. Mas estudos mais demorados demonstram que não sendo adotadas medidas de segurança, além de DSTs, pode ocorrer rompimento do anel anal e o aparecimento de fisuras e dilatação de veias. Por isso dores e incômodos persistentes, após a relação anal, devem levar à procura de um médico.



Existes duas correntes:
Os Praticantes
Os Não praticantes
Devemos respeitar as duas, pois ambas tem seus argumentos. Mulheres que se colocavam contra a relação anal, depois de um determinado tempo se declaram praticantes, outras declaram não considerarem uma relação completa sem o sexo anal, e enquanto existem as que aceitam por obrigação e outras que se declaram traumatizadas com a tentativa da prática anal.
Na realidade é uma relação que exige muita intimidade e entrega. Experiência e paciência por parte do parceiro ativo, pois o ânus exige boa lubrificação e o parceiro deve estar super-excitado para que haja um bom desempenho. E além do mais é recomendável uma preparação ao sexo analcom lavagem do reto para evitar o contato com restos de feses. Bem como há um resguardo após o sexo anal para recuperação da musculatura e tecido anal-retal.
A região anal é uma das zonas erógenas mais sensíveis do corpo humano, por isso o ato pode, por si só, levar a pessoa penetrada ao orgasmo. Ainda que os estímulos que proporcionam o orgasmo não sejam inteiramente da ordem física/tátil, a prática pode ser altamente prazerosa.
Por não haver lubrificação natural na região do esfíncter anal, as primeiras experiências podem gerar dor e sangramentos, fatos que podem ser atenuados e até eliminados com o uso de substâncias lubrificantes próprias, a fim de facilitar a introdução do pênis, ou quaisquer outros objetos semelhantes. Alguns adeptos da prática do sexo anal afirmam que a preliminar anilingus é muito importante na preparação do ânus para receber o pênis, já que a mesma relaxa o esfíncter anal.
O sexo anal é uma relação que normalmente traz prazer ao praticante ativo, já que a musculatura do ânus é mais apertada do que a da vagina e a pressão sobre o pénis é maior.
No praticante passivo, ou seja aquele cujo ânus está sendo penetrado, quer homem quer mulher, o prazer nem sempre é garantido porque, dada a complexidade da preparação prévia, muitos entusiastas acabam por atropelar o tempo necessário para o devido relaxamento da musculatura em questão, nomeadamente através de anilingus (também chamado beijo grego ou beijo negro) ou de outra qualquer actividade similar. Quando os cuidados adequados são devidamente atendidos, o prazer do praticante passivo pode ser alcançado, especialmente no homem pro-orgástico até, devido à repetida massagem da próstata através da parede do reto.
A prática da penetração anal pode envolver, em simultâneo, a estimulação do clítoris (quando o praticante passivo é uma mulher), ou do pénis (quando o praticante passivo é um homem), o que facilitaria o orgasmo.
Existe, porém, o receio popular de que a prática constante do sexo anal, ao longo de anos, possa afrouxar a musculatura do ânus; Entretanto, alguns estudos científicos de médicos e sexólogos não confirmam este receio a não ser em caso de intercurso com um pénis anormalmente grosso.


Cerâmica da Grécia Antiga representando uma prostituta a ser penetrada no ânus por um cliente (o dinheiro está no saco pendurado na parede),demonstra que anterior ao período de ca. 480-470 DC essa prática já existia. Arte depositada em uma coleção privada em Munique.
 
E desta mesma forma, em museus, pelo mundo a fora, encontraremos sinais dessa prática em diversas culturas, como na Grécia, Na Velha Roma, e entre outros povos até mesmo primitivos, sem que isso significasse homossexualidade, mesmo entre homens e sim um estágio na evolução e maturidade sexual.
  Cada casal deve escolher as melhores posições e pelo diálogo e conhecimento dos limites do parceiro, procurar contribuir sempre para que se torne uma prática prazeirosa, e nunca, de um só, sendo o outro submisso, já que o Tantrismo e o Kama Sutra pregam a União e o prazer profundo a dois.




Se resultar em "não prazer" ou "submissão dolorosa" para qualquer um dos dois,está fora do universo da comunhão de energias cósmicas.
Lembrando que os maiores inimigos do sexo anal são:
1-Pressa e ansiedade
2-Falta de tato
3-Falta de preparação
4-Falta de intimidade e diálogo
5-Fatores morais e Tabus

O respeito e o diálogo  e estar bem informado sobre o assunto, em muito ajuda, tanto a respeitar os limites do companheiro quanto aceitar uma negativa.



 
 

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Sexo Anal No Contexto Da Sexualidade - 1

Numa relação a dois, com mais ou menos tempo de convivência, com o aumento da intimidade, inevitávelmente o desejo ou recusa pelo sexo anal serão abordados. É direito de quem deseja e também da recusa de quem não se sente atraído por esse tipo de relação.
Por isso é importante entendermos que por detrás do prazer, da dor, da submissão ou da dominação, estão presentes estruturas muito maiores do que simplesmente a tesão e modismos. Por detráz do desejo existem estruturas emocionais de compensações, de sentimentos reprimidos e que são canalizados através do sexo, transferências e cobranças.

Todos nós levaremos para o túmulo uma estrutura mental, emocional e afetiva, por onde passaram milhares de emoções e sentimentos, desejos e fantasias que ninguém, a não ser nós mesmos, será capaz de conhecer.
Por isso é importante conhecermos os mecanismos que habitam o mais profundo e secreto do ser, quer sejamos nós mesmos ou aqueles que convivem conosco, e assim possamos entender, comportamentos, preferências,desejos, ações e reações, e com isso facilitarmos a convivência e a busca da harmonia interior, primeiramente, e depois a dois.

Cada ser é um universo de tensões emocionais, de conflitos, alguns mais outros menos resolvidos, nos incluindo no primeiro lugar, através do auto-conhecimento que o Tantra gera, e a sexualidade, o sexo e suas preferências, é setor de nossas vidas aonde ocorre a união mais íntima e através do qual o outro mais se expõe à nós e através do qual mais nos expomos ao outro.
E, realmente aprática do sexo anal exige dos parceiros:
1-Consciência e respeito mútua
2-Entrega e confiança absoluta
3-Superação de preconceitos e tabus


Quanto mais conhecermos nossa estrutura psíquica e dos nossos companheiros, mais facilmente encontraremos nossos caminhos para a harmonia e felicidade....adotando um programa interior de auto-conhecimento e de tolerância em relação aos outros.
Alguns conceitos precisam estar bem estabelecidos. Buscados dentro das teorias da Psicanálise, como uma forma de criarmos uma consciência sexual, refletindo sobre nossos sentimentos e tendência mais profundas. Sempre em busca do caminho do auto conhecimento.
Em todas as fases do desenvolvimento da libido, pode acontecer que tal processo não se efetue normalmente o que dará origem a uma série de desvios sexuais ou anormalidades, chamadas também de perversões.


1-A fixação: Pela repetição dos atos, o reflexo condicionado e o hábito adquirido poderão causar um processo normal de fixação. No caso da libido, pode ocorrer o fenômeno da fixação do prazer libidinoso em algum dos focos ou zonas próprios das fases anteriores, a boca, o ânus, zonas genitais, etc., determinando nos caracteres das personalidades, marcadas qualidades de comportamento oral, anal, fálico, etc. Nesta base, Freud desenvolveu um tipo de caracterologia: pessoas de caráter oral, as que sentem o máximo prazer na boca; os fumadores, os bebedores e os grandes gastrônomos, e sexualmente os cunilingues. De caráter anal, os avarentos, sovinas, ultra-conservadores, etc. bem como os vingativos, médicos e os homossexuais invertidos ou passivos; de caráter fálico, os narcisistas, os egoístas, egocentristas, etc., e os homossexuais ativos.


O mecanismo da fixação é uma das descobertas freudianas mais brilhantes e preciosas. A fixação seria produzida por experiências infantis, quer de frustrações ultra-penosas, quer de satisfação intensa em determinadas zonas corporais. Em situações especialmente difíceis e tensas a satisfação ou frustração proporcionaria um colorido todo especial e a criança nunca mais poderia abandonar esse tipo de atividade infantil, que lhe ocasionou tamanha satisfação ou frustração. Chupar os dedos, morder as unhas, fumar ou beber exageradamente, em momentos de aborrecimentos ou tensão nervosa, poderia interpretar-se como manifestações de fixação à fase de prazer oral, que sentiam ao serem amamentadas e pelo excessivo uso da chupeta, quando crianças, ao qual voltam quando se sentem inseguras. O prazer excessivo na acumulação de riquezas, seria um reflexo de fixação do prazer na retenção das fezes, na fase anal, bem como certos tipos de constipação ou prazer intenso no ato da evacuação. Do mesmo modo, algumas formas de masturbação e de narcisismo poderiam ser consideradas como efeitos de fixação da zona fálica.

2-A regressão: Igualmente brilhante foi a descoberta do mecanismo de regressão feita por Freud. Tem-se notado, na análise dos neuróticos, que em muitos casos adotam modos de comportamentos e atitudes correspondentes às que usaram em tempos remotos de fases passadas. Parece comprovar-se que, ao encontrar obstáculos difíceis de transpor, durante o desenvolvimento de sua personalidade, escolha a solução de regredir ou retornar a determinadas formas passadas de prazeres libidinosas, que representaram um significado especial de satisfação em tempos de fases antigas. Todos sabemos que, quando uma pessoa, que já fora sadia e correta, começa a ficar neurótica, seu estado comportamental torna-se infantil e imaturo tanto mais quanto mais intensa for a sua neurose. Parece regredir, do estado de madureza para o antigo estado de criança. Aí começa a adotar padrões de comportamento que já tivera noutras épocas. Por exemplo, uma moça cuja necessidade de amor seja frustrada no casamento, procura regredir, em certos casos, a determinados estados de sua infância que lhe foram ocasiões de grandes satisfações desta mesma necessidade de afeto, revivendo o mesmo tipo do comportamento daquelas épocas. Com isso se tornam algozes afetivos, homens e mulheres,como verdadeiros vampiros afetivos e sexuais, em busca sempre de novas sen sações e prazeres. Se tornam pessoas insatisfeitas ou enclausuradas.

A explicação dos desvios sexuais parece uma base correta nesses tipos de fixação e de repressão.

3-O narcisismo primário, que nas fases anal e fálica, leva a criança a adotar comportamentos egoístas, monopessoais, egocentristas e de auto-erotismo, nada mais é do que a volta à libido do EGO, própria da fase oral, que já devia ter ultrapassado, transferindo sua libido interior para a libido objetal ou dos objetos exteriores, pais, irmãos, amigos, etc. é no entanto na época da fase fálica em que a criança se mostra mais egoísta que nunca, tudo querendo para si, brigando por tudo e contra todos, defendendo o que julga ser seu e tirando dos outros o que não é seu. E se prolongar através do período de latência, fixações e regressões posteriores, darão origem a caracteres extremamente egoístas e narcisistas, que tudo querem para si com prejuízo dos demais. O fumador, o beberrão, o comilão e o jogador, são indivíduos que gastam lindamente todo o dinheiro de seu ordenado, sem preocupar-se com as necessidades que passa sua família, adotando um tipo de comportamento chamado de narcisisno secundário, reflexo da fase oral, respectiva e ultra-egoísta.

4-O mesmo tipo de fixação e repressão vamos encontrar nos comportamentos sádicos e masoquistas de muitos adultos, que não fazem mais do que voltar ao tipo de comportamento já estabelecido quando criança, durante a fase anal, época de comportamentos dominadores próximos à crueldade, que podem ver-se nas crianças dessa idade. De fato e nessa fase sádico-anal, coincidindo com a saída dos dentes e o robustecimento dos esfíncteres, que os desejos infantis adquirem tal vigor, algumas vezes, que de não ser satisfeitos, provocam nas crianças reações extremamente agressivas e destrutivas, mostrando como que grande prazer na destruição e no sofrimento da coisa ou pessoa amada.Essa necessidade de prazer misturado com sofrimento vai se transferir para as prferências sexuais do adulto. E igual a criança, o adulto que se sente impedido de alcançar um objetivo apetecido, diante do desprazer ocasionado por essa frustração, é levado a uma reação de irritabilidade e conseqüentemente de agressividade destrutiva. Qualquer tipo de frustração pode levá-lo à mesma reação sádico-masoquista ou as mesmas frustrações registradas quando criança.

Fatos infantis de intensa satisfação prazerosa ou de intensa frustração costumam provocar imagens e lembranças carregadas de afetividade, como em tempos posteriores, surgindo de novo na memória pelo mecanismo da associação, e produzindo nova afetividade semelhante à primeira e levarão o adulto, por regressão, ao mesmo tipo de comportamento anteriormente fixado.


5-Homossexualidade: Deixando de lado o conceito espiritualista de que o homem é homossexual (passivo) porque num corpo de homem habita uma alma de mulher; e vice-versa, a mulher homossexual (ativa) tem em seu corpo de mulher uma alma de homem! Hoje o terceiro sexo, ou melhor, sexo indiferenciado.E nos prendendo apenas nos conceitos psicanalíticos as tendências afetivas desses indivíduos tornam-se invertidas.

Em muitos casos é possível que existam causas somáticas ou orgânicas que ocasionem essa inversão de tendências anormais. Elementos hormonais ou uma constituição somática inversa poderão originar tendências também inversas.

Comumente, sem embargo, parece constatar-se que as causas verdadeiras, próximas ou remotas do homossexualismo, nos homens ou nas mulheres, residem mais em razões educacionais, culturais e sociais.

Estatisticamente falando, parece que a porcentagem de homossexuais é muito menor no campo que na cidade. Isto nos leva a pensar que a causa freqüentemente não é somática, mas psíquica, educacional e social.

Muito longe de considerar-se Doença, considera-se dentro dos conceitos psicanalíticos, busca de refúgio e compensação.

Psicologicamente, o homossexualismo teria várias causas. Os meninos muito apegados aos pais e as meninas muito ligadas às mães podem desenvolver um comportamento regressivo de afeição por parceiros do mesmo sexo. Máxime quando os meninos constantemente escutam o pai falando mal das mulheres e as meninas escutam sempre a mãe falando mal dos homens. Coisas muito comum hoje, aonde a mãe frustrada em seu casamento, procura passar para os filhos a imagem da relação homem-mulher como algo parecido como uma flagelação, criando a perspectivas dos filhos de uma relação invertida como solução.

Meninos que de crianças se criam exclusivamente com meninos e vivem em colégios e externatos exclusivamente de meninos, por falta de convívio, podem desinteressar-se pelas meninas e desenvolver atitudes de timidez e inibição diante das mulheres posteriormente. Nestes casos é fácil desenvolver relações unilaterais com o mesmo sexo quando criança e por fixação e regressão fazê-lo igualmente quando adultos. O mesmo ocorre em tratando-se de meninas.

Por isso é interessante e de urgência que você trabalhe e destrua modelos negativos quanto a relação home-mulher que podem vir desde a infância.

Hoje, dentro dos nocos padrões da cultura sexual, relacionamentos ocasionais de meninas com meninas, ocorrem com facilidade, fazendo parte do jogo de auto-descoberta, descoberta do corpo ou até mesmo curiosidade. Se essas experiências forem por demais carregadas de emoção, afetividade e prazer, servirão de modelos. As estatísticas esclarecem que cerca de 60% das meninas até a idade de 14 anos já tiveram alguma experiência com meninas ( mesmo sexo), cerca de 45% terão relações com homens e não se fixarão no papel invertido, enquanto cerca de 15% não terão nem ao mesmo experiências sexuais com homens, fixando-se no papel invertido, seja passiva ou ativamente, pois ainda, dessas 15%, cerca de 11% aceitarão a penetração da vagina por outros meios que não seja o pênis masculino ( Dedos, vibradores, e etc) alcançando inclusive orgasmos.


Entre os meninos, cerca de 44% dos meninos até a idade de 14 anos tiveram alguma experiência de prazer anal, ou seja: 15% através da penetração anal por amigos de infância, e cerca de 29% com auto penetrações, com dedos, objetos e vibradores.

Entre meninos e meninas, a pesquisa atingiu uma camada até 30 anos, 85% deles se tornam bissexuais.

O desinteresse havido pelo sexo oposto, nascido da falta de convívio, e as fantasias infantis e dos adolescentes a seu respeito, podem explicar muitos dos casos de homossexualismo, nesses casos é fácil criar amizades profundas entre indivíduos do mesmo sexo, capazes de degenerar nesse tipo de sexualidade.

Freqüentemente o medo da responsabilidade de ter filhos, da carga de modelos sexuais, baseados no convívio negativo dos pais, a fuga de um relacionamento homem-mulher, a busca de refúgio para problemas não resolvidos na área afetiva e sexual, o ganho fácil de dinheiro e posição social, bem como os maus exemplos e a iniciação sexual errada e recheada de experiências sexuais invertidas, carregadas de alto nível de sensações e uso de drogas, podem ser entre outras tantas causas de ordem educacional, cultural ou social e econômica que possam dar margem ao início da homossexualidade masculina e feminina, passiva e ativa.

sábado, 24 de abril de 2010

Casamento I - Aspectos Esotéricos & Religiosos

Embora um casamento moderno possa ser defenido através de contrato devidamente registrado em cartório, no que se diz respeito aos aspectos " sócio-econômico-cultural ", por detrás dessa realidade  social, existem aspectos altamente relevantes, que na sua maioria desconhecemos, e que precisam ser resgatados.
Ser feliz no casamento é tentativa frustrada, na maioria das vezes, porque as pessoas não conhecem as variáveis envolvidas, assim como também não conhecem a importância relativa dessas variáveis.O casamento do homem com a mulher, do ponto de vista oculto-esotérico, é um empreendimento altamente complexo, porque envolve, simultaneamente,


1-O conceito de felicidade é muito incompreendido e confundido com a sensação de possuir coisas materiais. Na realidade ser feliz não depende da posse de coisas assim como não depende das circunstâncias materiais da vida. A felicidade é um estado de ser - e não de ter - que depende de nosso grau de satisfação tanto interior quanto exterior. Interiormente, nossa felicidade depende da satisfação ou aceitação em relação ao ser que realmente somos, isto é, em relação às nossas qualidades e defeitos, paz de consciência e harmonia interna. Exteriormente, nossa felicidade depende da satisfação ou aceitação em relação às coisas e circunstâncias materiais da vida, principalmente em relação às coisas que não podem ser mudadas.
2-Se o homem e ou a mulher não são felizes em suas vidas de solteiro, não é o casamento que deverá mudar essa situação. A felicidade não pode ficar na dependência, por exemplo, de que determinada pessoa se case conosco ou que goste de nós. Nunca seremos realmente felizes se a nossa felicidade ficar na dependência de algo que esteja fora de nosso controle, ou seja, fora de nós mesmos.
3-As chances de sermos felizes no casamento aumentam se descobrirmos, antes de nos casarmos, em qual nível de consciência está o nosso relacionamento. O relacionamento pode estar no nível físico, emocional, mental ou espiritual. Ao meditarmos sobre qual nível de consciência está o nosso relacionamento, teremos mais condições de predizer se o casamento poderá ser duradouro e também estaremos melhor preparados para superar as dificuldades naturais do aprendizado da vida a dois. Se percebermos que o nosso relacionamento está apenas no nível físico ou emocional, então o recomendável é não se casar, seguindo o velho ditado “antes só do que mal acompanhado”.


Os quatro níveis de consciência no relacionamento com as suas respectivas variáveis e importância relativa são apresentados a seguir:

FÍSICO

O casamento no nível físico de consciência consiste numa união, oficializada mediante a assinatura de um contrato, o qual poderá ser quebrado assim que existirem desacordos de natureza puramente material. Problemas ou mudanças significativas nas variáveis físicas poderão gerar mudanças significativas e definitivas no relacionamento.
Ritual, beleza e saúde físicas, fama, dinheiro, bens materiais, qualidades ou defeitos físicos, instinto, sexo com compromissos de natureza física apenas.
Importância relativa: O menos importante de todos aspectos.

EMOCIONAL

O relacionamento no nível emocional de consciência se caracteriza pela predominância da paixão, do sentimento ou do desejo. O casamento neste nível de consciência, entretanto, não garante a manutenção da união quando acontecem mudanças tais como o esfriamento da paixão ou a perda do desejo. É a doçura do mel e prazer que se acaba e a terrível rotina que se inicia. No entanto, mudanças significativas e problemas materiais tais como dificuldades financeiras, doenças físicas e perdas de bens materiais poderão ser superadas no relacionamento.

Variáveis: Paixão, emoção, sentimento, vontade, desejo, afinidade emocional, qualidades e defeitos emocionais, sexo com compromissos de natureza física e sentimental.

Importância relativa: Mais importante do que o aspecto físico apenas.

MENTAL

A união do casal no nível mental de consciência pode ser sustentada por toda vida com base em pensamentos afins tais como no planejamento da vida a dois, na escolha do local para viver, na seleção dos bens materiais, na vontade de se tornarem pais e na escolha das atividades profissionais. A maioria dos casamentos com maior duração, provavelmente, se encaixa neste nível de consciência. Problemas ou mudanças significativas nos aspectos físico e emocional poderão ser superados no relacionamento. Assim, problemas devido às modificações normais que acontecem com o passar do tempo tais como o esfriamento da paixão, doenças físicas ou emocionais, perda da beleza física ou dificuldades financeiras poderão ser compreendidos e superados pelo casal.

Variáveis: Razão, intelecto, planos, afinidade mental, objetivos, formação, educação, arte, cultura, qualidades e defeitos mentais, sexo com compromissos de natureza física, sentimental e mental.

Importância relativa: Mais importante do que os aspectos físico e emocional.

ESPIRITUAL

A união no nível espiritual de consciência tem a sua base no amor verdadeiro. Problemas ou mudanças significativas nos aspectos físico, emocional e mental poderão ser superados no relacionamento do casal. Assim, desacordos em relação aos objetivos individuais, esfriamento da paixão, surgimento de doenças físicas, emocionais ou mentais ou qualquer outro tipo de problema poderão ser superados pelo casal, de modo que a união pode se estender por toda vida, e até mesmo, para a vida do além túmulo.

Variáveis: Amor verdadeiro, carma ou compromissos adquiridos de outras existências corpóreas, afinidade espiritual, qualidades e defeitos espirituais, tendências, intuição, sexo com compromissos de natureza física, sentimental, mental e espiritual.

Importância relativa: O mais importante de todos os aspectos.